Todo local tem seu turista típico. Afinal, todo lugar tem caracteristicasa especificas e essas caracteriscas especificas costumama atrair pessoas que gostem delas. Logo, pessoas parecidas, ou com lazeres parecidos. Mas o que leva uma pessoa a Rio das Ostras?

Lá é o lugar do turista praiano. A maioria das pessoas que vai a cidade gosta de acordar no meio da manhã, tomar café e ir para a praia lá pelas 11h horas. Se acomodam na areia ou no chão de concreto de algum quiosque, jogam as sacolas em cima de uma cadeira, tiram a blusa e ficam sentados, de pernas pro ar. Às vezes, literalmente. Conversa vai, conversa vem, saem um, dois ou três pratos de petiscos. É hora do almoço e a maioria continua no petisco. Lá pras 16h todos juntam suas coisas, pagam a conta e se mandam da praia. Vão para o hotel ou para uma casa, curtem a piscina, tomam um banho e descansam. Às 20h é hora de sair de novo e procurar um lugar para comer. Claro que nem todo mundo é assim. Há espaço para as diferenças. Alguns gostam de caminhar ou correr no início da manhã. Outros no fim da tarde. Alguns saem da praia cedo pra não se queimar muito. Outros chegam depois do almoço, e por aí vai.
Até aí o turista de Rio das Ostras se parece muito com um turista de uma praia qualquer. Mas há uma grande diferença: ele gosta de CONFORTO.
Não é pra menos que a praia mais cheia é a de Costa Azul. Os playgrounds infantis estão a disposição dos pais, que nem precisam carregar as tralhas do filho para a praia para ele se divertir. Quem gosta de esportes tem academias ao ar livre e ciclovias, com uma ótima vista. E os quiosques com boa comida e atendimento relativamente rápido permitem que os clientes (estejam eles no calçadão ou na areia) não precisem fazer quase nada de esforço.
Até as características naturais do lugar ajudam a entender porque essa é a característica principal do turista de Rio das Ostras. Podemos dividir a praia em três. Tem a parte onde o mar é mais forte, com mais ondas (algumas que chegam a 3 metros), a parte onde não há onda nenhuma, devido a um isolamento feito pelas pedras, e a parte final que tem ondas que é um misto das duas: tem ondas, mas mais fracas. Há lazer para todos os tipos de gostos: para quem quer surfar, para quem quer nadar e para quem quer ficar tranquilo sem medo dos filhos pequenos se afogarem.
Me arrisco ainda a dizer que o turista em potencial é alguém que está indo com sua família. A maioria das pessoas que se hospedaram nos hotéis que fiquei e também a maioria das pessoas que vemos nas praias e nos restaurantes estavam com crianças, com familiares ou com amigos mais velhos. Não é um lugar que se vê, por exemplo, muitos grupos de jovens que decidiram passar uma temporada por lá. Ao contrário do que vemos em Búzios e Cabo Frio, para citar outras cidades cariocas.
E o conforto da cidade é na medida. Lugares confortáveis demais, com serviços demais, são caros. Ou chegam a ser desconfortáveis de tanta atenção que lhe dão. O clima de Rio das Ostras, ao contrário, faz com que o turista se sinta a vontade, como se estivesse em um cômodo da sua casa e não precisasse se preocupar com mais nada.

Lá é o lugar do turista praiano. A maioria das pessoas que vai a cidade gosta de acordar no meio da manhã, tomar café e ir para a praia lá pelas 11h horas. Se acomodam na areia ou no chão de concreto de algum quiosque, jogam as sacolas em cima de uma cadeira, tiram a blusa e ficam sentados, de pernas pro ar. Às vezes, literalmente. Conversa vai, conversa vem, saem um, dois ou três pratos de petiscos. É hora do almoço e a maioria continua no petisco. Lá pras 16h todos juntam suas coisas, pagam a conta e se mandam da praia. Vão para o hotel ou para uma casa, curtem a piscina, tomam um banho e descansam. Às 20h é hora de sair de novo e procurar um lugar para comer. Claro que nem todo mundo é assim. Há espaço para as diferenças. Alguns gostam de caminhar ou correr no início da manhã. Outros no fim da tarde. Alguns saem da praia cedo pra não se queimar muito. Outros chegam depois do almoço, e por aí vai.
Até aí o turista de Rio das Ostras se parece muito com um turista de uma praia qualquer. Mas há uma grande diferença: ele gosta de CONFORTO.
Não é pra menos que a praia mais cheia é a de Costa Azul. Os playgrounds infantis estão a disposição dos pais, que nem precisam carregar as tralhas do filho para a praia para ele se divertir. Quem gosta de esportes tem academias ao ar livre e ciclovias, com uma ótima vista. E os quiosques com boa comida e atendimento relativamente rápido permitem que os clientes (estejam eles no calçadão ou na areia) não precisem fazer quase nada de esforço.
Até as características naturais do lugar ajudam a entender porque essa é a característica principal do turista de Rio das Ostras. Podemos dividir a praia em três. Tem a parte onde o mar é mais forte, com mais ondas (algumas que chegam a 3 metros), a parte onde não há onda nenhuma, devido a um isolamento feito pelas pedras, e a parte final que tem ondas que é um misto das duas: tem ondas, mas mais fracas. Há lazer para todos os tipos de gostos: para quem quer surfar, para quem quer nadar e para quem quer ficar tranquilo sem medo dos filhos pequenos se afogarem.
Me arrisco ainda a dizer que o turista em potencial é alguém que está indo com sua família. A maioria das pessoas que se hospedaram nos hotéis que fiquei e também a maioria das pessoas que vemos nas praias e nos restaurantes estavam com crianças, com familiares ou com amigos mais velhos. Não é um lugar que se vê, por exemplo, muitos grupos de jovens que decidiram passar uma temporada por lá. Ao contrário do que vemos em Búzios e Cabo Frio, para citar outras cidades cariocas.
E o conforto da cidade é na medida. Lugares confortáveis demais, com serviços demais, são caros. Ou chegam a ser desconfortáveis de tanta atenção que lhe dão. O clima de Rio das Ostras, ao contrário, faz com que o turista se sinta a vontade, como se estivesse em um cômodo da sua casa e não precisasse se preocupar com mais nada.



