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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Viajante mundo afora - Cape Town (4)

Último dia de viagem é sempre bom e sempre ruim. Ficamos felizes por voltar e tristes por estar partindo. A única constante em qualquer viagem é que, no último dia, tentamos aproveitar até o último segundo.

4º dia: dia de praia

Acordamos 8h30 e tomamos café da manhã na sacada do hotel, com um dia lindo de sol e vista para o mar, azulzinho. Como o dia estava quente e limpo, fomos para a praia de Camps Bay. Muito bonita. A orla tem palmeiras e do outro lado da rua há uma serie de barzinhos. Nos dois extremos da praia dá para ver as montanhas (Lion's Head de um lado e Table Mountain do outro).

(Brasileiros na praia de Camps Bay. Água do mar só para molhar os pés)

Fomos para a areia e colocamos o pé no mar, que estava congelante. Impossível nadar ou deixar a água passar do joelho! Caminhamos na beira do mar até as pedras num dos extremos da praia.
Pegamos o carro e seguimos, margeando a orla, para o Water Front, o porto da cidade que foi revitalizado e, hoje, abriga lojas, barzinhos e shoppings. O lugar estava lotado de turistas e tinha várias apresentações musicais e performances de artistas de rua. Uma mistura de cores e sons! Sentamos em um dos restaurantes na doca do cais, com vista para o canal, e comemos "porções" de calamari (polvo) frito e nuggets com batata frita, acompanhadas de chopps de 0,5 litro de Hansa, outra cerveja local.

(A beleza do Water Front em um fim de tarde de verão. Foto tirada desse link)

Depois de darmos mais uma voltinha seguimos para uma feira na cidade. O lugar tinha produtos orgânicos, artesanato, lojas de coisas locais e restaurantes. Muito bacana e diferente. Um misto de culturas, com pessoas bem alternativas. Lá conseguimos achar água de coco (no próprio coco) e suco de açaí. Voltamos para a guest house só para trocar de roupa para tomar café da tarde no hotel Monte Nelson's, super chique e tradicional.

O hotel é lindo, suntuoso e elegante. Uma construção mais antiga, toda cor de rosa e branco, cercada por jardins. Dentro do salão de chá, o chão acarpetado é decorado com mesas brancas e poltronas forradas. Em cima delas, uma série de almofadas de camurça e toalhas brancas, com louças de porcelana por cima. Sentamos na varanda, de frente para um jardim bem cuidado. Eles trouxeram um menu de chás. Escolhi o de morango com baunilha.

(Visitar o hotel Monte Nelson de havaianas e saída de praia? Nem pensar)

O preparo é muito interessante. Eles trazem um bule com água quente e um vidrinho com infusão de flores/folhas/frutas. O tempo que a infusão tem que ficar na água é controlado com uma ampulheta. Depois tira-se a infusão e toma-se o chá, que podia ser adoçado com cubinhos de açúcar branco ou mascavo.

Então passamos para as comidas. Na hora dos salgadinhos eu comi pasteizinhos fritos com recheio de cogumelos e barquinhos de queijo e frango. Entre os doces escolhi muffins e vários tipos de bolos e docinhos de chocolate. As coisas estavam gostosas, mas não deliciosas, e as opções não eram muitas como esperávamos, mas o lugar vale a pena. Até os banheiros eram bonitos, com papel de parede florido, carpete fora dos toaletes e pias/penteadeiras com cadeiras brancas e espelhos de vidro trabalhado. Quando terminamos, caminhamos pelos jardins floridos para fazer a digestão, claro, tirar um monte de fotos.

Na volta fomos até o alto da Signal Hill - outra das montanhas da cidade - para ver o sol se pôr no mar. Lindo! Uma vista privilegiada, com o mar dourado e o céu avermelhado. Do outro lado a visão da Table Mountain e do Lion's Head. Despedida com chave de ouro!

Voltamos para o hotel e nos despedimos da mulher que cuida do lugar. Ela merecia todos os agradecimentos, pois era super simpática e fez de tudo para nos agradar. Fomos para a cama, pois no domingo saímos do hotel 4h da manhã para pegar o avião às 5h30.

(Despedida de Cape Town com direito a um lindo pôr-do-sol)

A viagem foi perfeita, com lugares maravilhosos e vistas de revista de turismo (risos). Até o tempo colaborou e combinou direitinho com a nossa programação. Um lugar para se voltar, com certeza!

Veja os outros posts da viagem de Denise Teixeira pela capital sul africana nesse, nesse e nesse link.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Viajante mundo afora - Cape Town (3)

Levantar da cama cedo é mania de turista. Ao invés de descansar - como pedem as férias - a gente quer é passear. E ir embora sem ter visto metade do que estava nos planos é quase um atentado ao nosso dinheiro. Com as lindas paisagens da Cidade do Cabo, ao menos, vale a pena colocar o despertador para gritar bem cedo...

3º dia: paisagens aéreas

Acordamos às 8h e tomamos um café delicioso no hotel. Como o tempo estava lindo (ensolarado, apesar do vento frio), resolvemos subir a Table Mountain no Cable Car (bondinho). Chegamos antes das 10h para comprar ingressos e a fila já estava gigantesca, cheia de turistas de vários lugares do mundo. Mas só o lugar em que esperamos já valia a pena, com vista belíssima da cidade, do mar e das montanhas. Depois de uma hora e meia de espera, com vários indianos inconvenientes empurrando e furando fila, chegamos ao carrinho.

(Cable Car subindo a Table Mountain. O bondinho todo de vidro, parecido ao do Rio de Janeiro, deixa a mostra a vista da cidade)

Com exceção do teto e do chão, o Cable Car é todo de vidro. Ele é grande: cabem cerca de 65 pessoas. E a vista é maravilhosa de qualquer lugar, já que ele gira durante a subida. Para subir é rapidinho - apesar do lugar ser bem alto -, mas dá direito a uma vista para o mar (azulíssimo) e sensação de que o carrinho vai bater na montanha.

A vista do topo da Table Mountain é indescritível. De qualquer lugar você vê pedras, mar, vegetação e céu azul, além da cidade pequenininha lá embaixo. O único problema é o vento: forte, gelado e impossível de aguentar por muito tempo, mesmo com o sol. Tiramos fotos enquanto deu para suportar e depois fomos nos aquecer no Café Table Mountain, que fica lá no topo. O café estava lotado de turistas. Fizemos uma pausa para uma bebida quente com bolo de chocolate. Depois seguimos para o outro lado da montanha para acabar de contemplar a vista.



(A Table Mountain, com seus mais de mil metros de altitude e seus 3 quilômetros de extensão. O ponto é tão célebre que está na bandeira, no escudo e nos documentos oficiais da cidade)



Descemos de Cable Car de novo e seguimos para o Cabo da Boa Esperança, também conhecido como Cape of Good Hope, e o Cape Point. A estrada passa pela costa do Atlântico e por praias de água azul-esverdeada, areia clara e calçadas com casas charmosas. Em um dos pontos da estrada há um "túnel" interessantíssimo: é uma passagem por dentro da montanha, mas aberto do lado do mar, como se fosse uma varanda.

(O túnel. Mais inusitado impossível...)

Andamos mais um pouco e chegamos no Table Mountain National Park, onde ficam os cabos. Após uma estrada que passa no meio de uma vegetação baixa e espessa, cheia de flores, chegamos ao Cape Point. Mais um lugar cheio de turistas... A infra-estrutura é bem bacana, com banheiros limpos, muretas, escadas e lojinhas, tudo de pedra. Paramos para almoçar no restaurante Two Oceans, que fica em cima do mar. De lá deu para ver até baleias. Almocei peixe frito (chamado por aqui de Battered Hake) com batatas fritas, acompanhado de uma Castle, a cerveja local.

Saímos e pegamos um bondinho para subir no farol que fica no topo do Cape Point. Lá de cima você se vê rodeado pelo oceano até perder de vista, com as montanhas rochosas atrás. Tem até plaquinhas indicando a direção e informando a distância de cidades importantes, como New York, Paris e (é claro) o Rio de Janeiro.

Mais uma vista indescritível e um lugar que traz paz de espírito e uma sensação de liberdade incríveis. Descemos andando, pegamos o carro e fomos até o Cape of Good Hope. As pessoas acham que os oceanos Índico e Atlântico se encontram nesse cabo, mas na verdade o encontro é das correntes de Agulhas e Benguela, o ponto mais extremo do sudoeste do continente africano.

No caminho vimos um monte de babuínos. Os bichos são feios e engraçados. Passamos perto, mas com o carro todo fechado, pois dizem que eles são selvagens e perigosos. O Cape of Good Hope é muito bonito, mas preferi Cape Point...

(A linda paisagem do Cape Point, lá do alto, e as estradinhas para quem se dá ao luxo de subir e/ou descer a pé)

Voltamos para Cape Town por outra diferente, não tão bonita, mas com paisagens diferentes. Paramos em uma das praias para ver pinguins. Depois entramos em Cape Town e passamos em frente ao forte da cidade e à sede do governo da África do Sul (a cidade é uma das três capitais do país). Também passamos pela Long Street, mais uma rua famosa de lá, cheia de barzinhos, restaurantes e lojas. Como já estava escuro e meio vazio, seguimos em frente.

(Um país com guepardos e pinguins... tão diverso quanto sua própria natureza)

Fomos para a guest house. Banho. Depois, uma luta para conseguir pedir comida pelo telefone. Sem sucesso, fomos a uma pizzaria na Main Road, a rua que passa em frente ao estádio, mas com praticamente tudo já fechado. Pedimos pizza para levar e comemos no hotel, acompanhada de um dos vinhos comprados em Stellenbosch, depois fomos dormir.

Veja o primeiro e o segundo post sobre a viagem de Denise Teixeira pela capital sul africana.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Viajante mundo afora - Cape Town (2)

O primeiro dia de viagem da Dê em Cape Town não durou muito e já contou com um problema na hora de escolher o hotel... mas no outro dia as coisas começaram a melhorar!

2º dia: na rota do vinho

Acordamos às 8h e tivemos o privilégio de ver a única coisa boa do hotel: a janela do quarto. A vista dava para a Table Mountain, a famosa montanha de Cape Town, que tem o topo reto como se fosse uma mesa. Saímos de carro para tomar café e achamos um shopping ali perto. Como estava muito cedo, a maior parte das lojas estava fechada. Sentamos em um restaurante, Mugg & Bean, e comi um croissant com chocolate quente.

(Vinícolas no caminho de Stellenbosch)

De lá, seguimos para Stellenbosch, uma cidade perto de Cape Town cheia de vinícolas. O tempo estava fechado e fazia bastante frio. A primeira parada foi em uma das fazendas produtoras de vinho. O lugar era lindo e muito charmoso: rodeado por montanhas e lindos jardins decorados com flores e fontes, além de belas construções antigas. Uma dessas construções era um restaurante e a outra era o local de armazenamento (cheio de barris), venda e degustação. A decoração era de muito bom gosto, misturava o rústico da madeira e tijolos à vista com a modernidade de lustres, vidros e móveis.

Provamos cinco tipos de vinho produzidos ali e, mesmo sem entender nada, consegui notar a diferença e identificar alguns gostos. Destaque para o Maria, que adoramos. Ele é docinho, com gosto de frutas, e leva o nome da dona da fazenda, que foi a primeira mulher a produzir vinhos na região. Delicioso e muito charmoso, além de envolvente - tanto o vinho quanto a história da Maria. Me senti muito chique, e tudo por só R30 (R$7,50). Ainda compramos mais para dar de presente!

(Uma boa taça de vinho. Foto tirada desse link)

Seguimos o caminho por uma estrada cheia de vinícolas e fazendas produtoras de morangos. Tudo emoldurado pelas montanhas belíssimas ao fundo. A próxima parada foi em uma fazenda de cheetahs, ou guepardos. Os animais são muito bonitos, mas morri de dó, porque o espaço em que ficam não é muito grande: a jaula tem o tamanho de um piquet pequeno de cavalos. E eles são conhecidos pela corrida de velocidade, pois alcançam até 70 Km/h. Passeamos entre as jaulas tirando fotos dos animais. Embaixo de uma chuva fininha, fomos embora.

(Fazenda de guepardos. Pouco espaço para um animal tão veloz)

Alguns quilômetros pra frente, chegamos à cidade de Stellenbosch, um lugar lindo aos pés da montanha. O clima é muito gostoso, construções charmosas, muitas pessoas andando nas calçadas (o que é raro em na minha querida Newcastle) e muitas flores. Passamos rapidinho, de carro, sem parar. De lá seguimos para o sexto melhor restaurante da África do Sul, o Rust in Vrede. O lugar tinha jardins belíssimos, completados por esculturas de elefantes e cachorros, laguinhos e árvores. Como era muito caro, seguimos para a cidade de Franschhoek, um pouco a frente.

Não tem nem como descrever Franschhoek. O lugar é cinematográfico! Aos pés de uma montanha, com casinhas pintadinhas e floridas, uma rua principal cheia de restaurantes charmosos com mesas nas calçadas, artesanato em barraquinhas e lojas com coisas locais.

(Rua dos restaurantes em Franschhoek com montanhas ao fundo. Foto tirada desse link)

Almoçamos em um restaurante chamado Dutch East, com uma decoração que também misturava rústico e moderno e uma lareira perfeita para combater o frio que fazia na rua. Comi uma pizza marguerita deliciosa, com água temperada com rodelas de limão. De sobremesa, Apple Crêpe (uma espécie de maçã caramelada coberta por uma massa fininha) acompanhada de sorvete de creme e morangos com leite condensado. Os pratos eram super decorados. Comida gostosa e vistosa. Adorei!

Após uma parada em uma das lojas da cidade, com coisas da África do Sul (roupas, artesanato, bijouterias, cartões postais, roupas, etc), voltamos para Cape Town. Chegando na cidade, procuramos por um novo hotel e acabamos achando uma guest house muito bacana, chamada Wilton Place, localizada no bairro Green Point. A pousada era uma casa com decoração moderna e de muito bom gosto, super jovem, além de ter uma vista bonita para o mar, para a Table Mountain e para o estádio. A diária também era barata. O único inconveniente era a rua estreita, em cima de uma ladeira.

(Estádio Green Point, em Cape Town. Será que ma época da Copa dava pra ver os jogos da janela também?)

Voltamos para o Formule One (só para buscar as coisas) e, depois de instalados no novo lugar, jantamos com um vinho deixado pela dona da guest house. Próximo passo: cama. Meu quarto (individual!) era super charmoso, com quadros, almofadas, cortinas diferentes. E uma varandinha linda com flores.

Veja o primeiro post sobre a viagem de Denise Teixeira pela capital sul africana aqui!

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Viajante mundo afora - Cape Town

Cidade do Cabo (ou Cape Town) foi uma das primeiras cidades África do Sul. Ela nasceu e cresceu com o apoio da Companhia Holandesa das Índias Orientais, que usava o local como ponto de abastecimento dos navios holnadeses que partiam dali em busca das especiarias asiáticas.

A cidade sempre desempenhou um papel importante na história da África do Sul, desde a busca pelos diamantes a determinação do Apartheid, política de segregação racial que separou brancos e negros dentro do próprio país. E continua fazendo história: ano passado foi uma das cidades sede da Copa do Mundo 2011.

Interessante não? A jornalista Denise Teixeira tambpem achou e foi ver o que tinha de interessante por ali. Nessa série de quatro posts ela conta tudo o que aconteceu na viagem em que ela e mais seis brasileiros fizeram pela cidade. Entre descobertas gastronômicas, problemas em hotéis e paisagens deslumbrantes, uma certeza: os dois oceanos NÃO se encontram no Cabo da Boa Esperança.

(Uma das lindas praias da Cidade do Cabo. Foto tirada desse link)

1º dia: aventuras hoteleiras

Chegamos à Cape Town às 23h, com um tempo gostoso, apesar do vento frio. O aeroporto é bem bonito, mas pequeno, menor do que o de Johannesburgo. Pegamos o carro alugado na locadora em frente ao aeroporto e de lá fomos direto para o hotel Formule One, onde tínhamos feito reserva.

Chegando lá, problemas: tinham cancelado nossa reserva e só tinham dois quartos disponíveis para nós sete. Já não gostamos do hotel e muito menos do ambiente. O lugar não era muito bonito... Quando chegamos no quarto, foi ainda pior: espaço minúsculo com um banheiro menor ainda, todo de plástico. Parecia banheiro químico, com paredes e semi-divisória entre o sanitário e o chuveiro de plástico. Além da pia do lado de fora, no canto do quarto. Dormimos (mal) por lá mesmo, e juramos nunca mais nos hospedar em um Formule One!

Denise Teixeira é jornalista pela UFMG e jogadora de futebol nas horas vagas. Em 21 de agosto de 2010, fez as malas e partiu para uma viagem de três meses na África do Sul. Ela adora registrar suas aventuras em diários de viagens, para lembrar de tudo depois. Outras aventuras (e questões políticas) no blog (vi)Vendo a África

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Melhores destinos 2011

A Cidade do Cabo, na África do Sul, encanta os turistas ao mesclar natureza, história e concreto. Do alto do Cabo da Boa Esperança, vistas de tirar o fôlego. Na ilha Robben, uma visita ao local onde Nelson Mandela ficou preso por 27 anos. Na cidade, passeios que deixam a ver a cultura do povo sul-africano. Por essas e outras a cidade foi escolhida pelos leitores da Trip Advisor, um dos sites de turismo mais importantes do mundo, como o melhor destino de 2011.


(Vista da Cidade do Cabo. Cultura, natureza e história por preços em conta. Foto tirada desse link)

A lista traz os 25 locais mais bem cotados entre o mundo dos viajantes de plantão. A Cidade do Cabo foi uma surpresa... mas não maior do que o 3º lugar, ocupado por Machu Picchu, no Peru. O que encanta nesse destino, mais do que a exuberância da floresta amazônica, é o mistério. Como a civilização inca conseguiu construir aquela vila a milhares de metros de altura?

Em 2º lugar fica a cidade australiana Sidney. Só em 4º aparece Paris, a cidade que mais recebe turistas por ano. O orgulho brasileiro fica em 5º, com o Rio de Janeiro, que deve receber ainda mais visitantes por conta da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016.

Se a primeira já foi uma surpresa, a lista dos melhores destinos de 2011 traz outras ainda mais incomuns. No 14º lugar figura a mítica Siem Reap, no Camboja. Com o fluxo cada vez maior de pessoas, o local vem novos recebendo restaurantes, hotéis e casas noturnas. Ainda assim, os turistas vão a procura dos templos milenares bem conservados.

Grand Cayman (nas ilhas Cayman), Petra (na Jordânia) e Queenstown (na Nova Zelândia), enchem a lista de novidade. Entre os destinos comuns e igualmente dignos estão Praga (na República Tcheca), Florença (na Itália) e São Francisco (nos Estados Unidos). No fundo, uma viagem para qualquer um desses 25 lugares não tem muito erro.

Brasil de encantos mil


(Uma imagem que não cansa. Foto tirada desse link)

No ranking dos 25 melhores destinos entre as Américas do Sul e Central, o Brasil não ganhou o primeiro lugar, mas ficou com o maior número de cidades da lista: nove são brasileiras. O Rio de Janeiro ficou em 2º lugar e Florianópolis em 5º. Já a cearense Jericoacoara agarrou o 7º. Para os turistas, qualquer coisa se torna mais especial quando o cenário são as praias paradisíacas da cidade. Búzios vem logo depois. Morro de São Paulo fica em 14º, Foz do Iguaçu em 16º e Salvador em 17º. Logo após Porto de Galinhas (em 19º), mais surpresa: São Paulo capital. Apesar de ser o oposto dos clichês praia, sol e carnaval, a cidade figura na lista – merecidamente – pela sua efervescência cultural.


*Matéria publicada originalmente no site FUNtástico, nesse link.